Tendo cumprido os objectivos que se propunha, a formação “Práticas e Modelos na Auto- Avaliação das Bibliotecas Escolares” era merecedora de mais tempo para que todos pudessem explorar conceitos e reflectir sobre leituras e práticas. Com efeito, e no que a mim diz respeito, foi sempre difícil, mesmo quando parecia simples, fazer as tarefas com a qualidade que se(me) impunha. À minha inexperiência, que terá certamente sido um “ponto fraco” que conduziu, por vezes, a análises simplistas, veio juntar-se o pouco tempo (uma “ameaça”?) para a realização dos trabalhos. Dito isto, importa acrescentar que esta formação me permitiu “ver” de outra forma a missão da BE (o desafio é bem maior do que eu supunha) neste contexto de mudança e sobretudo o contributo que a BE pode dar para a mudança.
A “presença” constante dos formadores, atentos às angústias, prontos no esclarecimento de dúvidas e o espírito de entreajuda e de partilha de experiências entre os formandos atenuaram a falta de “olhos nos olhos”.
Gostei e aprendi!
A “presença” constante dos formadores, atentos às angústias, prontos no esclarecimento de dúvidas e o espírito de entreajuda e de partilha de experiências entre os formandos atenuaram a falta de “olhos nos olhos”.
Gostei e aprendi!

Nenhum comentário:
Postar um comentário